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Com atuação muito próxima aos prefeitos, Wellington Roberto colhe apoio eleitoral

A desilusão com a politica e o descrédito da população em relação a essa atividade só fazem crescer com a lentidão, omissão e até conivência da Justiça com aqueles que cometem os mais hediondos crimes para surrupiar os recursos públicos, prejudicando e até matando pessoas humildes.Publicidade Vamos tomar como exemplo (mas não são os únicos), […]

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A desilusão com a politica e o descrédito da população em relação a essa atividade só fazem crescer com a lentidão, omissão e até conivência da Justiça com aqueles que cometem os mais hediondos crimes para surrupiar os recursos públicos, prejudicando e até matando pessoas humildes.

Vamos tomar como exemplo (mas não são os únicos), quatro casos típicos aqui na Paraíba. São eles: Hugo Mota (atual deputado federal e presidente da Câmara Federal), Nabor Wanderley (ex-prefeito de Patos e pai de Hugo Mota), Tibério Limeira e Pollyana Dutra (ex-secretários nas gestões de João Azevedo e Lucas Ribeiro).

Hugo é candidato à reeleição para deputado federal. Pollyana também disputa uma vaga na Câmara dos Deputados. Tibério Limeira quer uma vaga de deputado estadual. E Nabor disputa uma das vagas ao senado.

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Até aqui, tudo bem. A disputa pelo voto popular parece justa e equilibrada. O problema é quando se analisa a situação crimina e a ficha corrida desses quatro nomes.

Quanto a Nabor, pai de Hugo Mota e ex-prefeito de Patos, vários processos apontando corrupção, fraude em licitações e vantagens indevidas envolvem suas últimas duas gestões. Mas um processo chama a atenção, pelo descalabro: cerca de R$ 21 MILHÕES, oriundos do pagamento de impostos e tributos municipais, simplesmente desapareceram da contabildade e dos cofres da prefeitura.

Isso mesmo: R$ 21 milhões. E como Nabor está gastando fortunas em sua campanha, comprando apoios a torto e a direito, é de se perguntar: cadê esses R$ 21 milhões?

Já Hugo Mota, seu filho, eleito o mais rejeitado político do Brasil, também enfrenta denúncias cabeludas envolvendo o repasse de emendas de sua autoria para prefeituras paraibanas. Há casos de prefeitos e empresários acusando Hugo de exigir o pagamento de comissões (propinas) para liberar tais emendas.

Quanto a Tibério Limeira e Pollyana Dutra, ambos constam em processo baseado nas investgaçõers da Policia Federal e do Gaeco, como integrantes da quadriha chefiada pelo mafioso Padre Egídio, que assaltou cerca de R$ 130 MILHÕES do Instituto Padre Zé.

Esses quatro elementos desfilam pela Paraíba, como se fossem santos, comprando votos e pavimentando a impunidade com mandatos financiados por dinheiro roubado da população paraibana.
PODE ISSO???